CRM/MG 73309 | RQE 66001

Especialista em Cirurgia de Epilepsia em Belo Horizonte

Avaliação especializada para pessoas que continuam apresentando crises epilépticas apesar do tratamento medicamentoso e precisam entender se existem outras possibilidades para controlar a doença.


Com investigação cuidadosa, tecnologia e planejamento individualizado, o objetivo é encontrar o caminho mais seguro para reduzir o impacto das crises e proteger sua qualidade de vida.

Consultas particulares. Procedimentos podem ser realizados pelo plano de saúde, conforme cobertura e indicação médica.

QUANDO AS CRISES CONTINUAM,

mesmo com tratamento, é natural sentir medo e insegurança.
Talvez você já tenha
trocado medicamentos, ajustado doses e seguido corretamente as orientações médicas,
Com o tempo, essa situação
pode afetar diferentes áreas da vida:


✔ Medo constante de ter uma nova crise
✔ Perda de autonomia para atividades cotidianas
✔ Dificuldade para trabalhar ou estudar
✔ Restrições para dirigir e sair sozinho
✔ Quedas, acidentes ou ferimentos durante as crises
✔ Efeitos colaterais relacionados aos medicamentos
✔ Preocupação permanente da família
✔ Sensação de que nenhuma tentativa está funcionando

MAS AS CRISES CONTINUAM ACONTECENDO.

Talvez você já tenha trocado
medicamentos, ajustado doses e seguido corretamente as orientações médicas,
mas as crises continuam acontecendo.
Quando a epilepsia não responde adequadamente aos medicamentos, é importante investigar por que as crises continuam e avaliar outras possibilidades de tratamento.

VOCÊ NÃO PRECISA
PERMANECER SEM RESPOSTAS

ou acreditar que deve simplesmente aprender a conviver com as crises.

OS MEDICAMENTOS NÃOCONTROLAM AS CRISES?

A avaliação para cirurgia pode ser considerada quando dois tratamentos medicamentosos adequadamente escolhidos, utilizados nas doses e pelo tempo indicados, não conseguem proporcionar um controle sustentado das crises.

ISSO É CHAMADO DE EPILEPSIA RESISTENTE A MEDICAMENTOS

Antes de qualquer
decisão, é necessário compreender:
• Se os episódios são realmente crises epilépticas
• Qual é o tipo de epilepsia apresentado
• Em qual região do cérebro as crises começam
• Se existe alguma lesão associada
• Quais medicamentos já foram utilizados
• Se as doses e combinações foram adequadas
• Quais funções cerebrais precisam ser preservadas
• Se a cirurgia oferece uma relação favorável entre benefícios e riscos
também conhecida como epilepsia refratária ou de difícil controle.
Porém, continuar apresentando crises não significa automaticamente que a cirurgia será indicada.
O objetivo da avaliação é encontrar respostas com segurança, sem precipitar uma decisão.

A CIRURGIA PARA EPILEPSIA COMEÇA MUITO ANTES DO CENTRO CIRURGICO

Nenhuma cirurgia deve ser indicada apenas porque o paciente continua apresentando crises.
O primeiro passo é realizar uma investigação detalhada para identificar onde as crises se iniciam e entender se essa região pode ser tratada sem comprometer funções neurológicas importantes.
A avaliação pode envolver, conforme cada caso

NEM TODOS OS PACIENTES PRECISARÃO REALIZAR OS MESMOS EXAMES

O planejamento é individualizado de acordo com o tipo de epilepsia e os resultados já disponíveis.

QUANDO A CIRURGIA PODE SER UMA POSSIBILIDADE?

A cirurgia pode ser considerada quando é possível identificar uma região cerebral responsável pelo início das crises e tratá-la com segurança.

Em casos selecionados, o procedimento pode proporcionar redução importante das crises e, em algumas situações, alcançar um controle completo.
A indicação depende de fatores como:
• Tipo de epilepsia
• Localização do foco das crises
• Frequência e intensidade dos episódios
• Resposta aos medicamentos
• Presença de lesões cerebrais
• Funções exercidas pela região envolvida
• Estado geral de saúde
• Benefícios e riscos esperados.

CADA CASO EXIGE UM PLANEJAMENTO PRÓPRIO.

Não existe uma única cirurgia ou uma solução igual para todos.
O Dr. Fernando avalia os exames, esclarece as possibilidades e participa da decisão junto com o paciente e sua família.

Algumas crises podem estar relacionadas a alterações identificáveis no cérebro

Em determinados pacientes, a epilepsia pode estar associada a condições como:

• Tumores cerebrais
• Malformações do desenvolvimento cortical
• Alterações vasculares
• Cicatrizes decorrentes de traumas
• Sequelas de infecções ou acidentes vasculares
• Alterações localizadas no lobo temporal
• Outras lesões capazes de gerar crises
Quando existe uma alteração estrutural, é necessário avaliar se ela realmente corresponde à região onde as crises começam e se o tratamento cirúrgico pode ser realizado com segurança.

A presença de uma lesão em um exame não significa, por si só, que uma cirurgia será necessária. A decisão depende da análise conjunta de todos os dados clínicos e dos exames.

RECEBEU UMA INDICAÇÃO DE CIRURGIA E AINDA TEM DÚVIDAS?

Uma segunda avaliação especializada pode ajudar você a compreender:
• Se o diagnóstico está bem definido
• Por que a cirurgia foi indicada
• Qual área do cérebro está envolvida
• Quais exames ainda podem ser necessários
• Quais são os objetivos do procedimento
• Quais funções precisam ser preservadas
• Quais riscos devem ser considerados
• O que esperar do acompanhamento após a cirurgia.
Tomar uma decisão sobre uma cirurgia cerebral pode gerar medo, insegurança e muitas perguntas.

BUSCAR UMA SEGUNDA OPINIÃO NÃO SIGNIFICA DESCONSIDERAR O TRATAMENTO ANTERIOR.

Significa reunir informações suficientes para tomar uma decisão consciente.

Conheça o Dr. Fernando Gadbem, especialista em Neurocirurgia

O Dr. Fernando Gadbem é neurocirurgião com atuação em procedimentos de alta complexidade e foco especial no tratamento cirúrgico da epilepsia.

Formado pela Santa Casa de Belo Horizonte, é membro titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e construiu sua trajetória atendendo pacientes com epilepsia, tumores cerebrais e doenças vasculares do sistema nervoso.

Seu trabalho une conhecimento técnico, tecnologia e uma comunicação clara com o paciente e sua família.

Antes de indicar qualquer procedimento, o Dr. Fernando busca compreender o histórico completo, avaliar cuidadosamente os exames e explicar os possíveis caminhos com transparência..

Um ambiente preparado para receber você com tranquilidade

O atendimento é realizado em um consultório moderno e acolhedor, com estrutura voltada para a avaliação neurocirúrgica.

Durante a consulta, você terá espaço para apresentar seu histórico, mostrar seus exames e esclarecer dúvidas sobre o diagnóstico e as possibilidades de tratamento.

Rua dos Aimorés, 3018 - Sala 803 Barro Preto - Belo Horizonte — MG

PERGUNTAS FREQUENTES:

Toda pessoa com epilepsia precisa de cirurgia?

Não.

A maioria dos pacientes começa o tratamento com medicamentos. A cirurgia é considerada principalmente em casos selecionados nos quais as crises continuam apesar do tratamento adequado.

O que é epilepsia resistente a medicamentos?

É a condição em que o paciente continua apresentando crises apesar de ter utilizado adequadamente dois esquemas de medicamentos apropriados para o seu tipo de epilepsia.

Essa situação deve motivar uma avaliação especializada, mas não significa que a cirurgia será automaticamente indicada.

A cirurgia de epilepsia é segura?

Toda cirurgia cerebral envolve riscos.

A segurança depende de uma investigação cuidadosa, da localização da região envolvida, do tipo de procedimento e das condições individuais do paciente.

A avaliação pré-cirúrgica busca entender se os possíveis benefícios justificam os riscos e quais funções cerebrais precisam ser protegidas.

A cirurgia garante que nunca mais terei crises?

Não é possível garantir esse resultado.

Em alguns casos, a cirurgia pode proporcionar controle completo das crises. Em outros, pode reduzir sua frequência e intensidade.

O resultado depende do tipo de epilepsia, da localização do foco e de outros fatores específicos.

Preciso parar meus medicamentos depois da cirurgia?

Não interrompa ou altere medicamentos sem orientação médica.

Mesmo após a cirurgia, geralmente é necessário manter o tratamento medicamentoso por algum período. Qualquer redução deve ser avaliada gradualmente pela equipe responsável.

Quais exames devo levar para a consulta?

Leve todos os documentos relacionados ao seu tratamento, especialmente:

  • Ressonâncias magnéticas

  • Tomografias

  • Eletroencefalogramas

  • Vídeos ou registros das crises

  • Relatórios médicos anteriores

  • Lista dos medicamentos já utilizados

  • Doses e tempo de utilização

  • Exames laboratoriais

  • Relatórios de internações anteriores

Mesmo exames antigos podem ajudar na compreensão da evolução do quadro.

Posso procurar o Dr. Fernando para uma segunda opinião?

Sim.

A consulta pode ser utilizada para revisar o diagnóstico, analisar os exames e esclarecer dúvidas sobre uma indicação cirúrgica já recebida.

O Dr. Fernando atende por convênio?

As consultas são particulares.

Os procedimentos cirúrgicos podem ser realizados pelo plano de saúde, conforme a cobertura contratual, a autorização da operadora e a indicação médica.

AS CRISES CONTINUAM APESAR DO TRATAMENTO?

Você não precisa permanecer sem entender por que elas continuam ou quais possibilidades ainda podem ser avaliadas.

Agende uma consulta com o Dr. Fernando Gadbem para revisar o diagnóstico, analisar seus exames e compreender se existe indicação para uma avaliação cirúrgica.
Atendimento exclusivamente com horário agendado.
WhatsApp: (31) 98303-0410.

Rua dos Aimorés, 3018 — Sala 803

Barro Preto — Belo Horizonte/MG

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