Avaliação especializada para pessoas que continuam apresentando crises epilépticas apesar do tratamento medicamentoso e precisam entender se existem outras possibilidades para controlar a doença.
Com investigação cuidadosa, tecnologia e planejamento individualizado, o objetivo é encontrar o caminho mais seguro para reduzir o impacto das crises e proteger sua qualidade de vida.
Consultas particulares. Procedimentos podem ser realizados pelo plano de saúde, conforme cobertura e indicação médica.
O Dr. Fernando Gadbem é neurocirurgião com atuação em procedimentos de alta complexidade e foco especial no tratamento cirúrgico da epilepsia.
Formado pela Santa Casa de Belo Horizonte, é membro titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e construiu sua trajetória atendendo pacientes com epilepsia, tumores cerebrais e doenças vasculares do sistema nervoso.
Seu trabalho une conhecimento técnico, tecnologia e uma comunicação clara com o paciente e sua família.
Antes de indicar qualquer procedimento, o Dr. Fernando busca compreender o histórico completo, avaliar cuidadosamente os exames e explicar os possíveis caminhos com transparência..
O atendimento é realizado em um consultório moderno e acolhedor, com estrutura voltada para a avaliação neurocirúrgica.
Durante a consulta, você terá espaço para apresentar seu histórico, mostrar seus exames e esclarecer dúvidas sobre o diagnóstico e as possibilidades de tratamento.
Rua dos Aimorés, 3018 - Sala 803 Barro Preto - Belo Horizonte — MG
Não.
A maioria dos pacientes começa o tratamento com medicamentos. A cirurgia é considerada principalmente em casos selecionados nos quais as crises continuam apesar do tratamento adequado.
É a condição em que o paciente continua apresentando crises apesar de ter utilizado adequadamente dois esquemas de medicamentos apropriados para o seu tipo de epilepsia.
Essa situação deve motivar uma avaliação especializada, mas não significa que a cirurgia será automaticamente indicada.
Toda cirurgia cerebral envolve riscos.
A segurança depende de uma investigação cuidadosa, da localização da região envolvida, do tipo de procedimento e das condições individuais do paciente.
A avaliação pré-cirúrgica busca entender se os possíveis benefícios justificam os riscos e quais funções cerebrais precisam ser protegidas.
Não é possível garantir esse resultado.
Em alguns casos, a cirurgia pode proporcionar controle completo das crises. Em outros, pode reduzir sua frequência e intensidade.
O resultado depende do tipo de epilepsia, da localização do foco e de outros fatores específicos.
Não interrompa ou altere medicamentos sem orientação médica.
Mesmo após a cirurgia, geralmente é necessário manter o tratamento medicamentoso por algum período. Qualquer redução deve ser avaliada gradualmente pela equipe responsável.
Leve todos os documentos relacionados ao seu tratamento, especialmente:
Ressonâncias magnéticas
Tomografias
Eletroencefalogramas
Vídeos ou registros das crises
Relatórios médicos anteriores
Lista dos medicamentos já utilizados
Doses e tempo de utilização
Exames laboratoriais
Relatórios de internações anteriores
Mesmo exames antigos podem ajudar na compreensão da evolução do quadro.
Sim.
A consulta pode ser utilizada para revisar o diagnóstico, analisar os exames e esclarecer dúvidas sobre uma indicação cirúrgica já recebida.
As consultas são particulares.
Os procedimentos cirúrgicos podem ser realizados pelo plano de saúde, conforme a cobertura contratual, a autorização da operadora e a indicação médica.